terça-feira, 4 de maio de 2010

respostas às perguntas da Bárbara

Acredito que no texto que enviei antes das perguntas formuladas, as respostas tenham sido dadas, mas aqui vão algumas complementações. (1) Divisão digital é sinônimo para mim de segregação social e portanto precisa ser combatida com programas que proporcionem a redução ds desigualdades sociais e com a ampliação do acesso aos meios de comunicação digital às populações mais carentes.
(2) Quanto a educação do futura, há que se romper primeiro com as barreiras impostas pelo ensino tradicional e tranformar o processo de ensino em processo de aquisição de conhecimento por intermédio de um aprendizado mais condizente com o momento atual, utilizando a tecnologia disponível e a velocidade da informação. (3) A aferição dos resultados pode ser percebida através da participação nas discussões e com o desenvolvimento de temas específicos.

Eliana repensando a aula

Aqui vão meus comentários:
Segundo Elisa Wolynec, " A diferença entre informação e conhecimento é sutil, porém importante". Conehecimento é interpretação que se extrai da informação.para conhecimento há necessidade de interação e análise crítica.
O ensino atual passa pela necessidade de transformação para acompanhar o ritmo de mudanças e a velocidade das novas tecnologias da informação inseridas no cotidiano das pessoas e das corporações. Nesse sentido as empresas que resistirem a mudanças não sobreviverão profeiza Elisa Wolynec (2006). As empresas são compelidas a se atualizarem constantemente, a investirem em educação. A educação torna-se assim mais complexa e mais importante para as pessoas. o professor tem que assumir um novo papel, o de mediador e tutor. Os cursos precisam se tornar mais interativos e dirigido a constução do conhecimento coletivo, sem conteúdos rígidos, mais customizados aos interesses e necessidades do aluno. Entretanto, como enfatiza Fernanda Areias em seu vídeo, as práticas pedagógicas devem ser revistas , "os cenários mudam mas os atores continuam os mesmos". O foco será cada vez mais na aprendizagem. Segundo Giroletti a educação do futuro deverá se basear em 4 pilares fundamentais: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser. Infelizmente os avanços tecnológicos continuarão privilegiando uma parte da população brasileira(Moran, 2004). No caso do Brasil esse novo ambiente educacional enfrenta dificuldades adicionais, a baixa qualidade do ensino associada a sesigualdade no acesso aos meios digitais daiformação, a denominada "divisão digital"(Wolynec,2006). Afinal, como resume Moran, "Numa sociedade desigual não se pode esperar só da escola a igualdade". E essa dificuldade será percebida ainda por alguns anos. Enquanto algumas instituições irão se preparar para mudanças outra parte ainda permanecerá com seus antigos paradigmas. Eliana

Aula Virtual 03 - Repensando a aula


Repensando a aula...

Boa Tarde Pessoas!!


Como complemento da nossa troca de experiências via e-mail, e contando que cada um de vocês já tenha assistido aos vídeos e também lido os textos, abro aqui mais uma via para a discussão final de todos os arquivos que eu indiquei a todos vocês.


Aproveitando o contexto, vou escrever um pouco sobre um dos vídeos que passei a vocês e depois lançar umas perguntas para que as respostas sejam debatidas.


"Mais do que nunca é preciso estimular a pesquisa e a reflexão...

Estimular o senso crítico...

Educação é a construção do cidadão.

As novas tecnologias são ferramentas necessárias para formação de um cidadão com consciência global.

Muda-se o cenário, mas os atores permanecem os mesmos...

A utilização das ferramentas tecnológicas podem contribuir para um aprendizado significativo.

A webquest por exemplo, sugere ao aluno novas formas de lidar com a produção de conhecimento. Com ela o computador pode ser associado a pesquisa, interação e coletividade. Demandas antigas da educação, adaptadas às novas tecnologias.

Rever as práticas pedagógicas e atualizá-las levando em consideração a demanda dos educandos são atitudes e um educador 'conectado'." (Fernanda Areias - Mackenzie - SP)


Depois de ter contato com todo o material repassado deixo três questões para reflexão e discussão. Por favor, tente respoder o mais rápido possível, no início da aula do dia 11.05 retomaremos rapidamente essas questões. Espero que tenham gostado do material, foi separado com muito carinho para todos.


Questão 1: Quais maneiras possíveis de se reduzir a "divisão digital" entre o educador e o educando?


Questão 2: Como você imagina a educação do futuro?


Questão 3: A utilização de ferramentas tecnológicas contribuem para um aprendizado significativo. De que maneira pode ser feita a avaliação da captação de informação através de meios digitais pelos alunos?


Mais informações: http://www.estudenoquebec.com.br/

Aula do dia 04/5 - Repensando a aula





Aula do dia 04/05
Colaboração: Bárbara

Objetivo da aula:


Atividades propostas:




Prazo para participação inicial: 04/05 a 08/05.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Complementação 1 - Fórum sobre elaboração dos trabalhos de pesquisa

Veja o vídeo e responda às seguintes perguntas:



1) Quais foram os principais erros cometidos no projeto e como estes poderiam ser evitados?
2) Relacione as condutas que contribuiram com o fracasso do projeto e faça correlação com o que pode atrapalhar a pesquisa científica.
3)  Quais são os fatores que contribuem para a escolha do tema para um artigo científico?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Fórum virtual 01 - Elaboração dos trabalhos de pesquisa






Aula do dia 20/04
Colaboração: Mônica Caldas

Objetivo da aula:
Auxiliar a pesquisa e escolha do tema do artigo científico para o Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (COBENGE), que acontecerá em Fortaleza de 12 a 15/09/2010.
Orientar o aluno em conhecimentos, técnicas e metodologias relacionadas à elaboração de um artigo científico. 

Atividades propostas:


  1. Os alunos devem ler as informações gerais sobre o  COBENGE (http://www.cobenge2010.com.br)
  2. Participe deste blog, postando em comentário aí abaixo, compartilhando o título do seu artigo, quem são os autores, em que temática do evento ele se insere e coloque um resumo das idéias que você tem para desenvolver o trabalho (qual o objetivo, de que modo você quer tratar o tema, metodologia, etc)


Prazo para participação inicial: 20/04 a 30/04

Influência das Novas Tecnologias da Informação e da Educação no ensino superior



Aula do dia 13/04 - Influência das Novas tecnologias no ensino superior
Colaborador: Rovane Domingues


Objetivo: despertar a atenção e as idéias para a importâncias das novas tecnologias para a área da Arquitetura e Urbanismo, para o ensino e como isso tem influenciado e pode interferir na qualidade do ensino-aprendizagem. 


Atividade proposta:

  1. Ler os fragmentos de textos abaixo
  2. Escolher 05 questões relacionadas a entrevista 

    Falta cultura digital na sala de aula


     para discorrer e refletir, postando seus comentários abaixo, baseando-se no seu conhecimento e leituras dos textos indicados. 

Prazo para participação: 20/04 a 02/05


(falta colocar as referências de cada texto, mas faremos isso em breve)
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Expressão Gráfica e os Novos Meios Educativos

       Nas disciplinas iniciais de projeto no curso de arquitetura da UNICAMP foram introduzidos exercícios que trabalham a teoria básica de criação através da extração do essencial.

Do Curso de Arquitetura e Urbanismo

  O desenvolvimento de novas tecnologias e as demandas sociais e ambientais que influenciam o projeto arquitetônico deve ser trabalhado nas várias disciplinas do curso. As disciplinas de teoria e projeto, presentes em todos os semestres, revelam-se como ambiente de investigação e aplicação da síntese de conhecimento.
      Nas primeiras disciplinas de projeto, são introduzidos exercícios que trabalham a teoria básica de criação em arquitetura através da extração do essencial.  O partido de projeto é trabalhado de maneira multifacetada, compreendendo analogias, escalas e relações da antropometria, modulações, tipologias e linguagens formais, bem como os modelos do pensamento moderno como o idealismo, ativismo, espontâneo, autoconsciente, intuitivo e lógico (Rowe, 1992). 

Exercício Seqüencial de Criação de Formas

      Nas disciplinas de Teoria e Projeto do primeiro ano, os alunos desenvolvem um número grande de pequenos exercícios, com objetivos específicos de acordo com as ementas anteriormente descritas.  A estrutura adotada nos exercícios procura (1) introduzir conceitos novos de forma pontual e com nível crescente de complexidade e (2) demonstrar a importância da aplicação de elementos específicos ao processo de criação da forma. O estímulo para a solução criativa de problemas dentro de limites claramente definidos é visto como uma base essencial em projeto.
      São colocados como aspectos relevantes ao se pensar o módulo: forma simples e de lados iguais, evitar figuras isoladas ou sem continuidade, evitar simetria estabelecendo pontos geométricos de continuidade. Como método, o aluno é instigado a procurar o módulo na estrutura anterior (abstraída da paisagem), sob o olhar de uma máscara, um quadrado recortado em uma folha de papel.

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O USO DO VÍDEO NA SALA DE AULA COMO
METODOLOGIA PARTICIPATIVA

              Breve reflexão a partir das contribuições de Mario Kaplún e Paulo Freire
      O atual contexto cultural e tecnológico coloca o estudante e o professor diante desses grandes desafios. São desafios que dizem respeito, em última instância, ao processo de construção da cidadania autônoma e participativa, que está diretamente ligado à apropriação das linguagens e meios de comunicação. Esses desafios estão colocados também à instituição escolar, que precisa estabelecer uma relação crítico-produtivo-participativa com os novos meios e linguagens, formando o educando para interagir com eles.
      A tradicional prática de uso do vídeo na escola ainda está longe do ideal de autonomia e participação. Na maioria das instituições, tal tecnologia é associada à veiculação de fitas educativas, onde uma série de informações técnicas é "ilustrada” com imagens e sons. Trata-se de um uso da tecnologia de informação e comunicação como instrumento de tradução dos discursos de especialistas para a transmissão de informações aos públicos usuários.
      Kaplún (1997) identifica esta abordagem instrumental dos meios de comunicação com o modelo transmissor de comunicação e educação. Neste modelo, a educação é entendida como um processo de transmissão de informações a serem memorizadas. Assim, “reduzida ao papel de mero auxiliar instrumental, a comunicação será equiparada ao emprego de meios tecnológicos de transmissão” (KAPLÚN, 1997).
      Trata-se do ambiente onde impera o paradigma transmissivo descrito por Kaplún (1997). O autor alerta que, neste ambiente, por muito que se equipe [os espaços destinados às atividades educativas] com toda uma bateria de televisores, vídeos, projetores e até computadores não cabem esperar um uso crítico e criativo dos meios. E o problema não é de infraestrutura tecnológica, mas sim de projeto pedagógico, da concepção pedagógica e comunicacional (idem).
      Kaplún defende um modelo de educação alternativo ao modelo transmissor. O autor nos propõe uma prática educativa que coloca como base do processo de ensino-aprendizagem a participação ativa dos educandos, que os considera como sujeitos da educação e já não como objetos-receptáculos; e define a aprendizagem como um processo ativo de construção e re-criação do conhecimento.
      A busca da superação do modelo de transmissão de informação e a proposta de uma escola que fosse efetivamente espaço de construção participativa do conhecimento também foram o principal foco das reflexões de Paulo Freire, um dos mais importantes autores brasileiros na área da Educação.
      Freire (cf. 1997, p. 62-75) fez contundentes críticas ao que chamou de “concepção bancária da educação”, modelo baseado numa suposta dicotomia homem-mundo, que sugeria que os homens seriam “espectadores e não recriadores do mundo”, portadores de uma consciência “mecanicistamente compartimentada, passivamente aberta ao mundo que a [iria] ‘enchendo’ de realidade”.
      Freire defende que a educação deve ser problematizadora e libertadora – e, para tal, buscar outras referências. Ela “não pode ser o ato de depositar, ou de narrar, ou de transferir, ou de transmitir ‘conhecimentos’ e valores aos educandos, meros pacientes” (p. 68). Devem perceber estes últimos não como “recipientes dóceis”, mas como “investigadores críticos, em diálogo com o educador, investigador crítico, também” (idem).
      A essência da “prática educativa libertadora” proposta por Freire é desafiar continuamente os educandos, para que estes possam “pensar-se a si mesmos e ao mundo simultaneamente, sem dicotomizar a relação” (p. 72). Outro aspecto fundamental é o caráter processual de tal prática: trata-se de reconhecer educandos e educadores “como seres inacabados, inconclusos, em e com uma realidade que, sendo histórica também, é inacabada (...). Desta maneira, a educação [como manifestação exclusivamente humana] se re-faz constantemente na práxis. Para ser tem que estar sendo”. (p. 72-73).

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O Que é Mídia-Educação
Polêmicas do Nosso Tempo

 “Mídia-Educação conforme Maria Luiza Belloni: é a mediação escolar indispensável para a cidadania” trata dos novos modos de aprender, com foco na autodidaxia.  Diz a autora, em palestra proferida no Congresso Internacional de Educação Pública (2000), que a resposta aos desafios impostos para a integração das tecnologias de informação e comunicação (TIC) sobre processos e instituições sociais, devem considerar duas dimensões indissociáveis: as ferramentas pedagógica para a melhoria e expansão do ensino e o objeto de estudo complexo e multifacetado que exige abordagens criativas, críticas e interdisciplinares.

        Mídias na Educação

      Estamos vivendo em um mundo em constantes mudanças. Essas mudanças foram aceleradas nos últimos dez anos, principalmente pelos avanços científicos e tecnológicos que, juntamente com as transformações sociais e econômicas, revolucionaram as formas como nos comunicamos, nos relacionamos com as pessoas, os objetos e com o mundo ao redor. Encurtaram-se as distâncias, expandiram-se as fronteiras, o mundo ficou globalizado. As novas mídias e tecnologias estão relacionadas com todas essas transformações.




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Do grego tekhno- (de tékhné, 'arte') e -logía (de lógos, ou 'linguagem, proposição').

Tecnologia é um termo usado para atividades do domínio humano, embasadas no conhecimento de um processo e/ou no manuseio de ferramentas. A tecnologia tem a possibilidade de acrescentar mudanças aos meios por resultados adicionais à competência natural, proporcionando, desta forma, uma evolução na capacidade das atividades humanas, desde os primórdios do tempo.
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      A tecnologia pode ser vista, assim, como artefato, cultura, atividade com determinado objetivo, processo de criação, conhecimento sobre uma técnica e seus processos, etc.

      A sigla TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), especificamente, envolve a aquisição, o armazenamento, o processamento e a distribuição da informação por meios eletrônicos e digitais, como rádio, televisão, telefone e computadores, entre outros. Ela resultou da fusão das tecnologias de informação, antes referenciadas como informática, e das tecnologias de comunicação, relativas às telecomunicações e à mídia eletrônica.
      O advento das TIC revolucionou nossa relação com a informação. Se antes a questão-chave era como ter acesso às informações, hoje elas estão por toda parte, sendo transmitidas pelos diversos meios de comunicação. A informação e o conhecimento não se encontram mais fechados no âmbito da escola, mas foram democratizados. O novo desafio que se abre na educação, frente a esse novo contexto, é como orientar o aluno, a saber, o que fazer com essa informação, internalizá-la na forma de conhecimento e, principalmente, como fazer para que ele saiba aplicar esse conhecimento com autonomia e responsabilidade.

Novas Terminologias

      Por efeito dos computadores e da digitalização, todas as formas e instrumentos da mídia estão, cada vez mais, fundindo-se em sistemas inter-relacionados (Dizard, 1998). A tecnologia computacional torna-se, assim, o elo para todas as formas de produção de informação e de entretenimento: som, vídeo, mapas e impressos.
      Compreender as diferentes formas de representação e comunicação propiciadas pelas tecnologias disponíveis na escola, bem como criar dinâmicas que permitam estabelecer o diálogo entre as formas de linguagem das mídias, são desafios para a educação atual.
      A linguagem, por si só, já constitui um instrumento de interação entre o pensamento humano e o seu meio. Essa comunicação pode ocorrer de modo direto ou pode ser mediada por outros instrumentos e artefatos (tecnologias).
      Considerando-se que o indivíduo se desenvolve e interage com o mundo utilizando suas múltiplas capacidades de expressão por meio de variadas linguagens constituídas de signos orais, textuais, gráficos, imagéticos, sonoros, entre outros, as mídias passam a configurar novas maneiras para os indivíduos utilizarem e ampliarem suas possibilidades de expressão, constituindo novas interfaces para captarem e interagirem com o mundo.





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Termo usado para referenciar um vasto e complexo sistema de expressão e de comunicação.
Literalmente, "mídia" é o plural da palavra "meio", cujos correspondentes em latim são "media" e "medium", respectivamente.

Na atualidade, mídias é uma terminologia usada para: 
suporte de difusão e veiculação da informação (rádio, televisão, jornal) para gerar informação (máquina fotográfica e filmadora).

A mídia também é organizada 
pela maneira como uma informação é transformada e disseminada (mídia impressa, mídia eletrônica, mídia digital...), além do seu aparato físico ou tecnológico empregado no registro de informações (fitas de videocassete, CD-ROM, DVDs).
A palavra escrita, o discurso oral, o som, a imagem estática e em movimento formam o substrato da mídia.
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Conclusão

      Nesse trabalho, foram apresentadas as novas experiências no ensino de projeto arquitetônico nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia Civil da UNICAMP.  A experiência aqui demonstra resultados positivos em relação a métodos anteriores aplicados, indicando alternativas viáveis para uma metodologia de ensino de projeto específica para engenheiros e arquitetos, onde a elaboração em si do projeto não é o objetivo principal, mas, sim, a compreensão integral da complexidade que envolve o projeto de arquitetura.
      Os exemplos, apresentados graficamente, têm em comum, além da estrutura didática, a utilização de uma variedade de meios e ferramentas gráficas, especialmente as da informática aplicada, o que facilita a viabilidade da proposta e a construção de linguagens individuais diversas.
      Freire e Kaplún nos falam, enfim, da figura do educando ativo e criativo. Afinal, nada se aprende – ainda que o pressuposto seja que a educação consista em aprender – por transmissão, mas sim por elaboração própria e pessoal do educando. É só participando, envolvendo-se, fazendo-se perguntas e buscando respostas, que se chega ao conhecimento. Adquire-se e se compreende o que se re-cria, o que se re-inventa e não simplesmente o que se vê ou escuta. “A educação não é um conteúdo que se introduz na mente do educando, mas sim um processo em que este se envolve ativamente” (KAPLÚN, 1983, p. 26-27).
      Assim sendo, as conseqüências culturais e sociais provocadas por uma nova tecnologia emergente não podem ser compreendidas isoladamente. É importante analisar cada mídia integrada às demais mídias disponíveis em seu contexto espaço-temporal, sempre considerando que velhas e novas mídias coexistam, assim como os meios de comunicação ora se integram e complementam, e, ora competem entre si.

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Falta cultura digital na sala de aula


 Pier Cesare Rivoltella, especialista em Mídia e Educação 
da Universidade Católica de Milão diz que a tecnologia
 e seu conteúdo devem fazer parte do dia-a-dia escolar


Primeiros passos para as Aulas virtuais



A nossa disciplina de Didática Aplicada à Arquitetura & Urbanismo e áreas afins, curso de Mestrado/UFF, terá algumas aulas experimentais via esse blog. Essas postagem não é uma aula propriamente, mas um espaço para orientações para o curso e atividades e pode ser alterada ao longo do período. Sugerimos:

  1. Inscrever-se como seguidor do Blog, assim você recebe as atualizações que estão sendo postadas;
  2. Visitar o Blog frequentemente, principalmente nos dias programados pelas aulas virtuais;
  3. As aulas serão salvas por números para facilitar o acompanhamento e localização por "temas do Blog"
  4. Participe ativamente das atividades propostas, pois a "frequência" nas aulas virtuais se dá por participação. Quando solicitado:  assista aos vídeos, leia os textos, participe dos fóruns de debate, encaminhe os trabalhos... Poste comentários sempre que achar oportunos. 
  5. Aguarde novas orientações.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Simplificando trabalhos em 2010

Primeira resolução de 2010 é simplificar a vida e ordenar as atividades, então resolvi que vou unificar os 3 blog´s que administro, já que todos refletem meus trabalhos. E vou tentar organizar os temas de modo que fique fácil a quem busca as informações a respeito de Pesquisa na Arquitetura, Engenharia e Construção e Didática Arquitetura Urbanismo & afins encontrar sem problemas no "novo" blog.


Esse blog fica no ar por um tempo, para não perder as informações que já foram postadas, mas a partir desse ano, será atualizado no blog: Patrícia Fraga - Arquiteta e Urbanista Esse é um primeiro passo, mas logo vou postando os seguintes e as novidades desse ano que começa e que promete muitas atividades no blog mencionado.
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